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Tem uma esplanada grande para dias solarengos e uma carta de vinhos variada para acompanhar os bons pratos. É uma das mais conhecidas marisqueiras de Lisboa e é espaçosa, o que dá jeito para aqueles almoços e jantares de família em que vai a criançada toda. Além disso, o David da Buraca é sempre uma boa opção para jantares de grupo, já que espaço não lhe falta. A comida, claro – um receituário tradicional executado com rigor, dedicação e óptimos produtos.
Semana Gastronómica do Cordeiro regressa a Bragança de 28 de novembro a 8 de dezembro
Conheci também o senhor comendador Manuel Eduardo Vieira, o maior produtor de batata doce do mundo, que nos abre as portas da sua casa sempre que lá vamos. Acabei por fazer amizade com os irmãos Martins, os maiores produtores de leite do estado da Califórnia, e passei a lá ir todos os anos. Eu é que faço a gestão diária destas empresas. É o Marco que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital?
Bonita Bar e Cozinha
Faça um pijaminha com as sobremesas tradicionais e, no fim, deixe a gravata para a decoração. Nas sobremesas, manda a doçaria alentejana. Às sextas e sábados, os clientes habituais já sabem, é dia de feijoada à brasileira – um dos grandes sucessos da casa. O sítio aceita ainda jantares de grupo ao jantar, para mais de 35 pessoas. “Cozinha caseira, bem feita, sem atalhos processados, que https://tribunasportsbar.pt/ tem na sala um anfitrião de antigamente, educado e conhecedor”, acrescenta ainda. Pagam-se 22,50€ e come-se o que se quiser (com bebidas, café e sobremesas incluídas, o preço fica nos 32,50€).
As melhores pizzarias em Lisboa
- Serviço de excelência num espaço excelente e relações humanas que nos fazem sentir em casa.
- É o Marco que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital?
- A casa, sugere a prova do “prego da Praça”, constituído por lombo, queija da Serra, maionese de alho e salsa, servido em bolo do caco ou o hambúrguer de salmão outro prato confeccionado na cozinha do restaurante.
Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. Com uma carta curta, é o produto, quase sempre vindo de pequenos produtores, a ditar os pratos, sem artimanhas. Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela.
A Oferta Gastronómica: Onde a Tradição Brilha
Há bitoque exemplar, alheira com grelos, choco grelhado suculento e pratos do dia consistentes, como o apurado arroz de corvina ou a lagarada de choco. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro.
A inspiração é sobretudo portuguesa, embora o chef não tenha pruridos em cruzá-la com técnicas e sabores de outras latitudes. Instalado no Bairro dos Actores, o espaço apresenta-se com uma carta curta e dinâmica, vinhos menos previsíveis e um ambiente descontraído. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho.
Gelados bem servidos, muito saborosos, sem exagerar no açúcar, de qualidade, e com sabores fora do comum. Em algumas situações o espaço livre para circulação entre asvarias mesas dos diversos grupos… A entrada e a sobremesa estavam deliciosas. Cordeiro na brasa, estufado ou em caldeirada, a diversidade de propostas oferece um verdadeiro roteiro de sabores do Nordeste Transmontano. A qualidade das carnes de raças autóctones volta a estar em destaque nesta época de maior afluência turística à cidade. Bragança volta a celebrar a excelência da sua gastronomia local com mais uma edição da Semana Gastronómica do Cordeiro, uma iniciativa promovida pela Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB).
Os melhores restaurantes em Lisboa
Japão, Índia, China, Vietname, Coreia ou Tailândia, eis alguns dos países por onde passa a carta do Soão, um pan-asiático que dispensa truques de fusão e trabalha com produto sério e técnica afinada. Se na casa-mãe a ideia é deixar-se estar e descobrir o peixe além do marisco, neste espaço o marisco e os petiscos são as estrelas e está pensado para refeições mais rápidas. Se não quiser escolher, entregue-se nas mãos de quem sabe, Elísio Bernardes, e descubra o peixe à sua medida em nove momentos. Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas.
Casa de comida italiana autêntica, sem floreados e pouco convencional para os nossos hábitos, o Libertà tem ao leme Silvio Armanni, chef da região de Bérgamo com passagem por vários Michelin (o último em Hong Kong). Há muito para provar e facilmente qualquer um dos pratos desperta curiosidade. Com um serviço caloroso, esta é a melhor montra da cozinha georgiana em Lisboa. A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Até aqueles pratos que o JNcQUOI costuma receber de restaurantes regionais de todo o país, da lampreia à cabidela.
